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Cinco frutas populares apresentaram alta em Ceasas das capitais entre 2020 e 2022


Levantamento da Conab analisou os preços da banana, laranja, maçã, mamão e melancia. Mamão teve maiores altas, de até 242% em Brasília. Programa 'Nossa Feira' vende frutas, legumes e verduras a R$ 2,99 o quilo durante o mês de abril, em Curitiba Luiz Costa/SMCS Cinco frutas populares apresentaram alta de até 242% de 2020 para 2022 nas Ceasas das capitais, apontou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A análise considerou o preço do quilo da banana, laranja, maçã, mamão e melancia. Na Ceagesp, em São Paulo, a banana saltou de R$ 2,31 em abril de 2020 para R$ 3,06 dois anos depois, uma alta de 32%. Em outros locais, o aumento foi ainda maior. Em Brasília, o valor da fruta partiu de R$ 3,23 para R$ 5,67, um crescimento de 75%. Também em Brasília, a laranja encareceu, alcançando 59% de aumento. O preço da fruta foi de R$ 1,59 para R$ 2,54. Alta parecida em Curitiba, que foi de 54%. Os consumidores que desembolsavam R$1,59 pelo quilo da fruta, começaram a pagar R$ 2,45. Na capital paulista, o crescimento foi de 46%, com o preço saltando de R$ 1,67 para R$ 2,44. Já a maçã se elevou 43% em Belo Horizonte, partindo de R$ 3,69 para R$ 5,29. Em outras capitais, como São Paulo, Goiânia e Vitória, a alta ficou na casa dos 30%. Leia também: Mudanças climáticas no Brasil podem transformar café e laranja em produtos de luxo no mundo Fruta não precisa ser luxo; veja como encontrar mais em conta O mamão teve altas mais expressivas que as demais frutas. Em Brasília, ele subiu 242%. Em 2020, o quilo do cultivo custava R$ 2,30. Em 2022, o valor passou a ser R$ 7,88. De mesmo modo, no Rio de Janeiro, a elevação foi de 178%, subindo de R$ 1,86 para R$ 5,18. Por fim, a melancia teve alta de 40% na capital paulista. Em 2020 ela custava R$ 1,07 e, em 2022, o consumidor deve desembolsar R$ 1,50 pelo quilo. Contudo, também aconteceram quedas e algumas frutas tiveram estabilidade em determinadas capitais. A laranja, por exemplo, em Goiânia, durante os dois anos, variou apenas R$ 0,03, passando de R$ 1, 77 para R$ 1,74. Já a maçã, em Recife, caiu de R$ 5,52 para R$ 5,36. Da ciência à lavoura: o agro é feito pelas pessoas do campo Leia Mais

São Paulo pode ter perda anual de R$ 8,6 bilhões com projeto que limita o ICMS sobre combustível e energia elétrica

Projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados na quarta-feira (25) com o aval do governo Jair Bolsonaro. Agora, ele segue para o Senado. O secretário de Fazenda de São Paulo, Felipe Salto, estimou nesta quinta-feira (26) que o estado deve perder R$ 8,6 bilhões em termos anuais se o projeto que limita a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia, gás natural, comunicações e transportes coletivos for aprovado. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (25) com o aval do governo Jair Bolsonaro. Agora, ele segue para o Senado. Pelo texto, esses itens passam a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que proíbe estados cobrarem taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia entre 17% e 18%. Hoje, cada estado define a sua própria alíquota. Câmara aprova projeto que limita cobrança de ICMS para combustíveis e energia elétrica Desde o ano passado, o presidente Jair Bolsonaro e os governos estaduais vêm travando um debate público sobre a cobrança do ICMS. Pressionado por uma inflação de dois dígitos e mirando a sua reeleição, Bolsonaro já disse repetidas vezes que a cobrança do tributo dificulta uma queda no valor da energia elétrica e dos combustíveis, embora o imposto represente apenas uma parte do preço pago pelo consumidor. Com disparada do preço de energia e combustível, ICMS entra na mira de União e Congresso Nacional; entenda "Os estados estão sendo atacados em diversas frente", disse Salto. "É uma narrativa, uma fake news, que o culpa o ICMS pelo aumento do combustível, quando não houve mudança nenhuma (no tributo)", acrescentou. No impacto estimado para todos os estados e o Distrito Federal, a perda anual pode chegar a R$ 64 bilhões num cenário otimista, segundo Salto. Num cenário pessimista, alcançaria R$ 83 bilhões. Na bomba, de acordo com o secretário de Fazenda, a expectativa é a de que, se o projeto for aprovado, pode haver uma queda inicial de 10 a 12 centavos do litro num cenário de preços como atual. "Mas se o preço do petróleo continuar aumentando, isso vai ser anulado rapidamente", disse Salto. Leia Mais

ANS autoriza reajuste máximo de 15,5% em planos de saúde individuais


É o maior reajuste já aprovado, segundo a série histórica da agência, iniciada em 2000. Planos de saúde: reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação TJPE/Divulgação Após um inédito reajuste negativo no ano passado, os planos de saúde individuais ou familiares poderão subir até 15,5% este ano. O percentual máximo de reajuste que poderá ser aplicado às mensalidades foi fixado nesta quinta-feira (26) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (27). É o maior percentual de reajuste já aprovado pela agência. O maior até então havia sido de 13,57%, em 2016, de acordo com os dados da série histórica da ANS, iniciada em 2000 (veja mais abaixo o histórico dos reajustes). O reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98). O reajuste anual é calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2021, foi determinado um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais em razão da queda provocada pela pandemia no uso de serviços médicos, com adiamento de procedimentos como cirurgias e exames. Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), a oscilação de 2021 para baixo e de 2022 para cima são efeitos dessa transferência das despesas médicas por conta do período de isolamento para o combate da pandemia. ?O que aconteceu esse ano foi uma comparação partindo de base baixa, agravado pelos procedimentos represados pela Covid de 2020 para 2021?, diz Renato Casarotti, presidente da Abramge. ?Olhando para o biênio de pandemia, é como se tivéssemos dois reajustes de aproximadamente 3%?, afirma. Histórico de reajustes Críticas Em nota, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) criticou o reajuste aprovado pela ANS. Segundo a entidade, a decisão "vem em um momento de intensa dificuldade econômica, com o aumento dos preços de alimentos, serviços e do custo de vida em geral da população. Com o bolso mais vazio, as pessoas se veem em um cenário preocupante de endividamento e, sobretudo, de vulnerabilidade". ?Causa espanto um percentual tão elevado, considerando que nos últimos anos os lucros aumentaram, com entrada de consumidores no mercado durante a pandemia. A questão é que essa metodologia foi pensada para situações de normalidade sanitária. O comportamento dos custos na pandemia foi extremamente atípico, o que demandaria uma reavaliação do reajuste deste ano?, afirma em nota Ana Carolina Navarrete, coordenadora do Programa de Saúde do Idec. Para Rafael Robba, advogado especialista em direito à saúde do escritório Vilhena Silva Advogados, o índice de reajuste "não é razoável no atual momento econômico que estamos enfrentando, com a inflação derretendo o poder de compra das famílias". "Embora seja aplicado a uma parcela inferior a 20% do total de usuários de planos de saúde, o índice aprovado funciona como um ponto de partida para os reajustes dos planos coletivos empresariais e por adesão, que nunca foram inferiores aos da ANS. Infelizmente, poderemos ver muitas pessoas deixando os convênios médicos e enfrentando dificuldades para conseguir um novo produto no mercado", completa. Estimativas A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) estimava que o percentual de reajuste ficaria "próximo a 15,8%". Já a Federação Nacional de Saúde Suplementar projetava "reajuste de 15,7% neste ciclo". "O aumento de itens diversos, como o preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos, impactam diretamente no reajuste", afirma a FenaSaúde. Segundo a Abramge, a retomada dos atendimentos adiados no ano anterior e a segunda onda da Covid-19, "muito maior do que a primeira", pesaram no custo das despesas médico-hospitalares em 2021. "Outros fatores que impactaram foram a inflação mundial de insumos (materiais, equipamentos e medicamentos) e a alta exponencial do dólar, moeda atrelada a grande parte dos insumos médico-hospitalares utilizados no Brasil", destacou a entidade, acrescentando que os planos de saúde foram o único setor regulado com reajuste negativo em 2021. Importante destacar que apenas o reajuste dos planos de saúde individuais é definido pela ANS. Nos planos de saúde coletivos (empresarial ou por adesão), os aumentos são estabelecidos diretamente pelas operadoras. A partir de quando o reajuste passa a valer? Após o cálculo e a definição do índice pela ANS, o reajuste será aplicado pelas operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte. Isso significa que o teto máximo de aumento poderá ser usado como referência até abril de 2023 . Planos individuais x planos coletivos Os planos de saúde individuais são a minoria no mercado e a oferta tem diminuído. Em março deste ano, havia 49,1 milhões de beneficiários de planos de saúde no país, contra 47,6 milhões em fevereiro de 2021. Já o número de clientes de planos individuais é de cerca de 8 milhões, ou 16,3% do total. Nos planos coletivos, os reajustes já vem ocorrendo, uma vez que não dependem de autorização da ANS. Em 2021, o reajuste médio foi de 5,55% para os contratos com 30 vidas ou mais, e de 9,84% para os contratos com até 29 vidas, de acordo levantamento da ANS com dados até maio do ano passado. Os planos coletivos costumam ser comercializados com um custo de mensalidade menor. O Idec alerta, porém, que migrar de um plano individual para um coletivo pode não ser vantajoso ao longo dos anos. "O plano coletivo tem menos proteção que plano individual: uma é o teto, que produz reajustes mais baixos, e outra outra é proteção contra cancelamento imotivado. No plano individual, a operadora só pode cancelar em caso de fraude ou não pagamento", destaca a coordenadora do instituto. A ANS mantém um guia na sua página na internet, onde o consumidor pode pesquisar todos os planos de saúde comercializados no país. Leia Mais

Petrobras adota ação 'protelatória' ao submeter indicado à governança interna, diz Bolsonaro


Presidente decidiu trocar de novo o chefe da empresa. Conselho resolveu submeter nome de Paes de Andrade à governança interna, o que, segundo blog, é derrota para Bolsonaro. O presidente Jair Bolsonaro Amanda Perobelli/Reuters O presidente Jair Bolsonaro chamou nesta quinta-feira (26) de "medida protelatória" a decisão do Conselho de Administração da Petrobras de submeter o nome de Caio Paes de Andrade à governança interna. Atualmente assessor do ministro Paulo Guedes (Economia), Caio Paes de Andrade foi indicado por Bolsonaro para assumir a presidência da empresa no lugar de José Mauro Ferreira Coelho, que chefia a Petrobras desde o mês passado. Esta foi a terceira troca na presidência da companhia no governo Bolsonaro. A indicação precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração da Petrobras, no qual o governo tem maioria por ser o acionista majoritário da empresa. A colunista do g1 Ana Flor informou que o envio da indicação para a governança interna representa derrota para Bolsonaro. "Jamais, da minha parte, penso em interferir na Petrobras. Isso [decisão do conselho], para mim, é medida protelatória. Leia Mais

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