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Auxílio Emergencial 2021: veja quem recebe os pagamentos do 6º lote nesta sexta-feira


Para quem faz parte do Bolsa Família, pagamentos da sexta parcela começaram no dia 17 de setembro. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta sexta-feira (24) a sexta parcela do Auxílio Emergencial a mais um grupo de beneficiários. Quem recebe agora são os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em abril. Também nesta quinta, recebem a ajuda os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 6. Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Para que não faz parte do Bolsa Família, os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 6ª parcela nesta sexta serão liberados em 6 de outubro. Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos são feitos da mesma forma que o benefício original, com depósito em conta. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ VEJA QUEM RECEBE NESTA SEXTA: trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em abril beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 6 A Caixa lembra que os recursos também podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem e na rede lotérica de todo o país. Como realizar o saque Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção ?saque sem cartão? e ?gerar código de saque?. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. As agências da Caixa abrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Não é preciso madrugar ou chegar antes do horário de abertura. Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o horário de funcionamento serão atendidas. Continua disponível aos beneficiários a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços. Com o aplicativo Caixa Tem, também está disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco. Calendários de pagamento Segundo o governo, o novo calendário é o definitivo. O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a ideia é não mais prorrogar o benefício após o pagamento da sétima parcela. Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial o Leia Mais

Bancos têm até 4 de outubro para limitar transferências noturnas pelo PIX a R$ 1 mil

Limite valerá para operações realizadas via PIX, TED e DOC, além de pagamentos de boletos e compras pelo cartão de débito, conforme anunciou o BC no fim de agosto para coibir fraudes. O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (23) que as instituições financeiras têm até o dia 4 de outubro para estabelecer o limite de R$ 1 mil para transferências e pagamentos realizados por pessoas físicas das 20h às 6h. Pessoas jurídicas (empresas) não serão atingidas com a medida. A mudança faz parte de conjunto de medidas anunciadas pelo Banco Central no fim de agosto. O objetivo é reduzir a vulnerabilidade dos sistemas às ações de criminosos, como sequestros relâmpagos. O PIX - mecanismo de transferência de recursos que opera em tempo real, 24 horas por dias - vem sendo usado por criminosos para a prática do crime. O limite de R$ 1 mil valerá para operações realizadas via PIX, TED e DOC, além de pagamentos de boletos e compras pelo cartão de débito. O limite poderá ser alterado a pedido do cliente, através dos canais de atendimento eletrônicos. Porém, a instituição financeira deve estabelecer prazo mínimo de 24 horas para a efetivação do aumento. Esse prazo mínimo também precisa entrar em vigor até 4 de outubro. Até esta data, os bancos também devem oferecer aos seus clientes a opção de cadastrar previamente contas que poderão receber transferências acima dos limites estabelecidos. As instituições financeiras precisam implementar, ainda, registros diários das ocorrências de fraudes ou de tentativas de fraude na prestação de serviços de pagamento, além das medidas corretivas adotadas. O prazo para implementação dessa medida é até 16 de novembro. Com base nesses registros, as instituições deverão elaborar relatório mensal consolidando as ocorrências e as medidas adotadas. VÍDEOS: notícias sobre economia Leia Mais

Ipea reduz previsão de PIB agropecuário do Brasil em 2021


Estimativa caiu de 1,7% para 1,2%. Declínio na produção de milho deve influenciar negativamente o índice. Colheita de milho foi prejudicada por estiagem em Mato Grosso do Sul. Semagro/Reprodução O PIB do setor agropecuário do Brasil em 2021 deve crescer 1,2% segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que revisou para baixo a estimativa anterior de 1,7%, refletindo reduções na produção de milho e cenário menos favorável para o leite. "O valor adicionado da produção vegetal em 2021 também foi revisto para baixo: de 1,7% para 1,2%, devido à revisão para a estimativa de produção do milho, que deve apresentar queda de 15,5%", informou o Ipea nesta quinta feira (23). Em agosto, a estimativa já tinha caído de 2,6% para 1,7%. LEIA TAMBÉM: Como as mudanças climáticas podem impactar a produção de alimentos no Brasil Seca vai deixar alimentos ainda mais caros; entenda Ciência dá alternativas para agricultura sobreviver com seca e crise hídrica Cana-de-açúcar (-3,7%) e café (-21,1%), afetados por questões climáticas, também limitaram a projeção de 2021. Apesar de menor, o resultado positivo de 2021 será sustentado pelas significativas altas nas produções de soja (+10,1%), arroz (+4,3%) e trigo (+32,9%). A produção animal também foi revista de 1,8% para 1,2% este ano, mesmo com avanço na produção de aves (+6,8%), suínos (+8,7%) e ovos (+1,4%). Dois produtos com maior participação no valor adicionado têm perspectiva negativas para 2021: bovinos (-0,9%) e leite (-0,4%). Recuperação em 2020 Para 2022, a estimativa foi ligeiramente revisada de 3,3% para 3,4% no valor adicionado do setor agropecuário, com crescimento de 2,2% na produção animal e 3,9% na produção vegetal. "Há perspectiva positiva por conta de expectativas de crescimento nas culturas de soja e milho; de recuperação do crescimento da produção de bovinos (após dois anos consecutivos de queda) e de nova alta estimada para a produção de suínos", destacou o Ipea. O instituto aponta que para 2022 ainda há incertezas sobre o ciclo climático e seus efeitos na safra, sua intensidade e sobre a produção vegetal. Por outro lado, o cenário é de normalização da oferta de bovinos em 2022. Vídeos: tudo sobre agronegócios Leia Mais

Economia pede a Meio Ambiente para avaliar afrouxamento de regras a pedido do setor privado

Pedido foi enviado em maio ao Ministério do Meio Ambiente, que repassou demanda para o Ibama na última terça-feira (21). Entidades ambientais falam em 'pacote antiambiental'. A título de reduzir o custo de fazer negócios no Brasil, o Ministério da Economia pediu para o Ministério do Meio Ambiente avaliar a possibilidade de afrouxar 14 regras ambientais a partir de ?dificuldades listadas pelo setor privado?. O ofício foi enviado em 13 de maio. Entre os pedidos do empresariado repassados pelo Ministério da Economia, estão: a concessão automática de licenças caso haja demora na análise dos pedidos de licenciamento ambiental; a revogação de regras que dificultam o desmatamento da vegetação nativa da Mata Atlântica; e a redução de exigências para a fabricação de agrotóxicos voltados à exportação, com o objetivo de tornar o Brasil ?um polo produtor de agroquímicos?. Em ofício enviado na última terça-feira (21), a Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente pediu que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) analisasse os pedidos do setor privado e encaminhasse "as informações concernentes a esse instituto? até o próximo dia 30. No documento enviado pelo Ministério da Economia, a pasta afirmou que a política pública para reduzir o chamado Custo Brasil foi ?pautada na parceria e no diálogo com o setor privado?. O objetivo do projeto, segundo a pasta, é ?identificar e eliminar dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e econômicas? que comprometeriam investimentos e tornariam produtos nacionais mais caros. As demandas de afrouxamento incluem ainda: extinguir a lista do Conselho Nacional do Meio Ambiente que define atividades em que se exige o estudo prévio de impacto ambiental (EIA) ou o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA); dispensar licenciamento ambiental para utilização de rejeito e estéril de mineração; alterar o mapa de biomas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e excluir da delimitação da Amazônia as áreas com características de Cerrado; cancelar a consulta ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para empreendimentos agrossilvipastoris consolidados ? sistemas agroflorestais em que árvores são associadas com cultivos agrícolas e atividade pecuária ?, com atividade preexistente a 22 de julho de 2008. Secretaria contesta A Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia nega que tenha solicitado alterações nas regras ambientais. De acordo com nota da secretaria (leia a íntegra ao final desta reportagem), as solicitações são encaminhadas "para análise e avaliação dos órgãos competentes, sem nenhum julgamento prévio". Segundo a nota, proposições ? mesmo as "sensíveis" ? de representantes do setor produtivo "precisam ser encaminhadas ao órgãos competentes para análise, não cabendo à SEPEC descartá-las de antemão". Mas no ofício em que o Ministério da Economia encaminha as propostas do setor privado, a pasta afirma que está "à disposição para esclarecimentos adicionais e apoio no que for necessário com o fito de superarmos as dificuldades apontadas como geradoras de custos adicionais ao empreendedorismo brasileiro". Ainda no documento, o Ministério da Economia diz que enviou a relação de propostas para avaliação do Meio Ambiente "com o fito de imprimir continuidade e efetiva resposta às demandas apresentadas pelo setor privado". Entidades ambientais reagem Ao terem acesso aos ofícios, entidades ambientais reagiram e divulgaram uma nota nesta quinta-feira (23) chamando a proposta de ?pacote antiambiental?. No comunicado, as organizações afirmam que a lista proposta ao Ministério do Meio Ambiente ?denotam desconhecimento e descaso em relação à legislação ambiental?. Para o secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, as medidas listadas pelo empresariado ?nos levarão a cavar ainda mais o fundo do poço?. A diretora de políticas públicas do SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, diz que o Ministério da Economia propõe o ?ecocídio ao Brasil?: ?Ao atacar a Lei da Mata Atlântica, de forma explícita, o documento do Ministério da Economia deixa evidente que a condução da boiada sobre a proteção do meio ambiente é uma estratégia desastrosa e retrógrada do governo brasileiro?. O assessor em políticas públicas do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Guilherme Eidt, explica que a proposta de alteração do mapa de biomas do IBGE tem o objetivo de ?anistiar o desmatamento ilegal? em regiões da Amazônia que têm características do bioma Cerrado. ?A intenção clara é anistiar o desmatamento ilegal na região, aplicando a mesma legislação frouxa que temos para as áreas de reserva legal no Cerrado, onde apenas 20% da vegetação nativa tem obrigação legal de ser mantida em pé?, apontou Eidt. Custo Brasil O Custo Brasil representa o valor que as empresas brasileiras gastam a mais, para fazer negócios, do que aquelas sediadas nos países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Estudo realizado pelo Ministério da Economia em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) concluiu que o custo adicional de fazer negócios no Brasil chega a R$ 1,5 trilhão, cifra equivalente a 22% do PIB brasileiro em 2019. As maiores dificuldades dos empresários, de acordo com o estudo, estão ligadas ao custo do emprego, ao ambiente jurídico e regulatório do Brasil, abertura e fechamento de negócios, acesso a insumos e possibilidade de reinventar o negócio. Regras ambientais derrubadas e disputa judicial: entenda trajetória das decisões de Salles Nota da Economia Leia abaixo íntegra de nota divulgada pela Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia: A Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade (SEPEC) informa que, no âmbito de suas competências e no escopo do projeto de Redução do Custo Brasil, mantém um intenso e continuado diálogo com o setor produtivo, para identificar os principais pontos que atrapalham os negócios no país. Quando os pleitos solicitados envolvem outras áreas do governo, encaminhamos as solicitações para análise e avaliação dos órgãos competentes, sem nenhum julgamento prévio. São improcedentes as informações que têm circulado pela imprensa a respeito de que a Secretaria Especial ou o Ministério da Economia teriam solicitado alterações de regras ambientais. Conforme está claro no Ofício que deu margem a essas matérias, as proposições não foram avaliadas ou chanceladas por esta Secretaria Especial. Buscamos sempre o desenvolvimento sustentável, que gere emprego e renda para os brasileiros. Isso depende da redução do Custo Brasil - incluindo eliminar burocracia excessiva que atrapalhe nossas empresas, dê margem a corrupção e não contribua para a preservação ambiental. Temos trabalhado intensamente com o Ministério do Meio Ambiente para avançar em iniciativas que potencializem o crescimento por meio dos nossos diferenciais como maior potência verde do planeta, tais como: projetos de desenvolvimento sustentável na região amazônica, uso de energia limpa, financiamento de projetos ambientalmente responsáveis e ações de descarbonização que já fazem parte do setor produtivo brasileiro. Reforçamos que mantemos um canal de comunicação democrático para receber proposições de representantes do setor produtivo. Mesmo que algumas delas sejam sensíveis, elas precisam ser encaminhadas ao órgãos competentes para análise, não cabendo à SEPEC dercartá-las de antemão. VÍDEOS: notícias de economia Leia Mais

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